segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Um lugar de muita gente

Sem nomes...
Sem comparações...
Sem limites...
Sem cores...
Sem hora...
Sem intrigas...
Sem momentos definidos...
Sem vocês não dá...

Esse é um espaço onde falarei de muitos, de poucos e de alguns, mas olhando sempre para Deus e pedindo a ele que abençoe a todos/as! 
A você meu amigo/a, meu/minha irmão/ã este espaço está reservado!
Para começar não vou fazer textos, só quero que você selecione passagens de nossas aventuras e convivências e deixe seu comentário pedindo abaixo um texto sobre um assunto, uma experiência, um local, uma situação e uma relação de extrema fraternidade que tenhamos vividos ou sonhado juntos para publicar nesse espaço que também é seu. 

E aí? Quem vai ser o primeiro? Qual assunto a tratar?

Caicó-RN

Adoro essa terra e queria muito vê-la na minha querida Paraíba ainda, como no Brasil colonial! Caicó é uma linda cidade, localizada no Seridó potiguar, a 53km de Santa Luzia. Um dos centro de irradiação do sertão das capitanias do Rio Grande e da Parahyba, Caicó é um terra que vale a pena visitar e conhecer! Confira!
Catedral de Senhora Santa Ana de Caicó
Altar-mor da catedral de Senhora Santa Ana de Caicó
Igreja do Rosário de Caicó
Antigo sobrado do Padre Brito Guerra, hoje, Casa de Cultura Popular
Casa de pedra, uma das pioneiras de Caicó
Complexo Turístico Ilha de Santana (anfiteatro, lanchonetes, pista de caminhada, capela de São Sebastião, ginásio de esportes, estacionamento, lojinhas e atendimento ao turista) - local do Carnaval e da festa da padroeira, muito conhecidas
Antigo prédio da prefeitura, hoje sede do Conselho Tutelar
Ruas com casas de faixadas preservadas e antigas

E aos amantes da boa culinária, nada melhor do que provar a melhor carne de sol do Nordeste e o melhor queijo de manteiga da região! A capital do Seridó, a querida Caicó, espera por você!

domingo, 1 de janeiro de 2012

Na distância de um amor...

Olhar para este espaço
É vê no dia-a-dia o amor
Que distante e preso por um laço
Apresenta a saudade como fulgor

Dedicar uma vida ao amor
Só Cristo conseguiu isso
Mas vejo no meu cotidiano
O retrato e um pedaço disso

Distância cruel que parece insignificante
Distância nua que que parece horripilante
Perceber que a cada dia e cada instante
Vejo um futuro e muito adiante

Agradeço a Deus por este presente
E neste lugar onde fica latente
O diário da vida de cada vivente
Ofereço a ela o sentimento mais potente

Ao abrir este lugar de reflexão
Enxergo o amor e a compreensão
De uma linda menina, hoje, um mulherão
Com a distância de quilômetros e intensificação
De um dia-começo de celebração
Amo muito você, meu amor
Minha paixão!



Apelidos de Família

Para inaugurar este espaço, vejamos aquilo que faz parte de um costume que virou tradição em Santa Luzia: apelidar as famílias! Esse é um costume que parece aos poucos virar tradição e a acedência de cada santaluziense vai aos poucos tronando-se cômica e as vezes sem significado, só para minimizar o círculo de parentesco entre os que moram nestas terras.
Exemplo típico desses apelidos é o meu caso. Carrego oficialmente como sobrenomes as famílias Oliveira e Morais, as quais resumem um montão de outros tantos nomes que poderiam, ou deveriam está juntos formando o meu nome. Entretanto, não tendo poderes imperiais que me façam ter nomes como os de Pedro I e Pedro II (com 20 nomes ou mais), vejamos um pouco daquilo que cada apelido pode trazer para aquilo que sou hoje.

Resumo de "Indígenas do Sabugy no período do pós-contato"

A seguir apresentamos o resumo do nosso trabalho monográfico apresentado e aprovado em 22 de novembro de 2011, como exigência ao grau de graduado em História, no Centro de Humanidades de Guarabira, pela Universidade Estadual da Paraíba. Leia e conheça uma Santa Luzia não só europeia e branca, mas indígena e nativa em "Indígenas do Sabugy no período do pós-contato"

R E S U M O 

Neste trabalho objetivamos identificar a ocorrência de povoamento indígena na região conhecida como Vale do Sabugy no período do pós-contato (séculos XVII e XVIII), e sua participação na história e na sociedade destas terras cortadas pelos rios Sabugy e Capauá após a interiorização da colonização. Tivemos a preocupação inicial de demonstrar que a colonização empreendida no litoral da América chegou às terras que se tornariam Capitania Real da Parahyba do Norte, e que esta porção já era habitada por indígenas tupis, cariris e tarairiús. Estes sujeitos foram contatados pela colonização no interior (sertão), principalmente após a administração holandesa na América, e resistiram de forma que houve investimentos da administração colonial através da guerra justa contra os indígenas do interior (tapuias), para que as fazendas de gado se multiplicassem pelas ribeiras, incluindo aqui os rios Seridó, Sabugy e Capauá. A interiorização da colonização produziu um contexto em que os indígenas foram dispersos a ponto de se acantonarem em pequenos grupos ou mesmo sozinhos pelo sopé de serras (como a do Yayu), entre as famílias dos colonos (Ferreira Neves) e escondidos onde não pudessem ser mortos ou condicionados a escravidão. Desta forma, utilizamos de fontes cartoriais, bibliográficas, orais e arqueológicas para evidenciar os tarairiús que habitaram o Sabugy e que não tinham sido percebidos pela historiografia local (obras de Alcindo Leite e Fundação MOBRAL), partindo de perspectivas historiográficas como as de Michel de Certeau e Marc Bloch, em que não basta buscar origens ou ser preciso, mas extrapolar inícios e está nas fronteiras. Verificamos que na cultura, nas pessoas e no cotidiano os indícios desse povoamento apareceram e que os estudos sobre os tarairiús no Sabugy precisam ser veementes a partir da Arqueologia pelo significativo número de sítios arqueológicos (itacoatiaras).

Aos que se interessarem pela temática e quiserem conhecer um pouco mais do nosso trabalho e da nossa pesquisa façam contato para enviar o trabalho completo, afinal, de nada adianta produzir conhecimento se ele não for conhecido!