segunda-feira, 15 de outubro de 2012

15 de outubro - Dia do professor

Porque somos professores. Somos professoras. Somos, não apenas exercemos a função docente. Poucos trabalhos e posições sociais podem usar o verbo ser de maneira tão apropriada. Poucos trabalhos se identificam tanto com a totalidade da vida pessoal. Os tempos de escola invadem todos os outros tempos. 
Miguel Arroyo
Hoje eu entendi muitas das frases e das reflexões dos pensadores/as que foram lidos e refletidos em rodas de conversas na Universidade. Hoje eu entendi e rememorei tantos que me influenciaram a está na posição em que ocupo hoje: a de professor. Por que hoje? Por que hoje foi o meu primeiro dia em homenagem ao professor. Então vamos ao que interessa.
Desde o dia de ontem que entendi o que é poder ser querido profissionalmente: postagens na internet, mensagens no celular, abraços dos/as alunos/as, até lembranças ganhei? Tudo isso me faz muito feliz e me estimula a poder continuar, afinal as dificuldades são indiscutivelmente presentes, mas só me mostram o quanto posso ser forte.
Rememorei professores e professoras que fizeram e sempre farão parte de minha vida. Até das estagiárias eu lembrei! Partilhei experiências de dias do professor onde preparava junto com os colegas as festas surpresas. Encontrei professores que apesar de não estarem na escola, não estavam de folga. Ouvir homenagens na televisão. Escutei discursos de homenagem na Câmara dos Deputados do Brasil quase vazia (que vergonha!), e claro, trabalhei, quer dizer, fui professor.
Como disse o autor supra-citado, parafraseando-o, os tempos de escola invadiram todos os outros tempos, mas não por que eu fui obrigado, pela necessidade, ou mesmo pelo compromisso. Não. Isso ocorreu, por que eu SOU PROFESSOR. Quem é, onde estiver, não pode deixar de ser, e nós somos esse SER que diferente do que pensa e vive a sociedade da fluidez, só pode ser homenageado nesse dia quem vive o verbo SER.
Não poderia de mencionar a alegria de poder compartilhar esse dia tão especial, pois foi o meu primeiro dia do professor, com todas as obrigações de um docente: diário de classe (como eles me perseguem), notas (como é difícil avaliar), provas (como é difícil elaborar), atividades (como eu invento), trabalhos para receber (como eu tenho para corrigir) e alunos/as (como é bom amá-los). E são eles, os/as alunos/as, a motivação para que celebremos esse dia, por que são eles que depois nos dizem muito obrigado, são eles que nos impulsionam a buscar o melhor, o conhecimento, a inovação. 
Por fim, quero render graças ao bom e precioso Mestre, Jesus, pela possibilidade de celebrar este dia, pois tantos saíram das discussões que mencionei no início (acadêmicas) e nunca tiveram o privilégio de poder SER professor como eu estou podendo. Ainda quero pedir a esse bom mestre que olhe por todos os professores e todas as professoras do Brasil e do mundo, para que sejam cada vez mais uma luz na vida dos que buscarem as cadeiras do conhecimento, pois se neste mundo ocorresse de num só dia não haver mais o conhecimento, é por que a imagem e semelhança Dele teria desaparecido da Terra e da sala de aula: você professor.
Se um blog é um diário virtual, quero deixar registrado aqui neste dia, 15/10/2012, que pude viver uma das maiores alegrias da minha vida: a de celebrar o meu dia, o do professor.

Parabéns para todos os que SÃO PROFESSORES! 

terça-feira, 14 de agosto de 2012

14 DE AGOSTO - ANIVERSÁRIO DE ANDREIA TAYZA

Não sei se essa imensidão poderia descrever aquilo que quero pra você hoje. Hoje é o seu aniversário e a poeta Rita de Cássia já traduziu dizendo que "de Parabéns estou eu por te conhecer, por ter alguém como você". Não saberia dizer o que esses últimos sete 14 de agosto foram, mas sei que eles foram sempre datas de lembrar de você, de ressignificar quem você era, pois se era amiga, teria sido amor, e se era amor, permanece a vida toda. 
Peço a Deus que neste dia toda essa imensidão possa se traduzir nas bênçãos celestiais em sua vida, e que o dia de hoje seja mais um motivo para lhe dizer o quanto você se torna importante na minha vida. Que o amor de Deus possa te encobrir de graças e que o seu aniversário seja mais um salto na vida que você terá ainda. 
Peço a Maria, mãe da eterna alegria, que te faça sempre mais uma mulher da alegria e que o manto acolhedor esteja sobre você. Sinta meu abraço na vontade de está com você, sinta meu beijo nas lembranças de nós dois, sinta meu amor na oração que faço por você.
PARABÉNS ANDREIA TAYZA! NEOQEAV!

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

UM AMOR DE ONTEM E DE HOJE

Corria o ano de 2005, minha adolescência em plena atividade e as amizades influenciando os encontros e desencontros da vontade de conseguir um alguém pra dizer que estava namorando. Eu era apenas um adolescente de 16 anos, querendo chegar aos 17, mas o momento achou de me colocar uma peça na vida. Seria por influência de amizades e uma mudança de escola que aconteceria de naquelas vésperas de mais um aniversário eu encontrar com uma menina. Éramos meninos!
Resolvemos nos encontrar, numa noite de vento, num encontro trêmulo, mas numa maneira bem adolescente de ser: tudo arrumado pelos outros. Naquele dia 13 de agosto de 2005, por volta das 20 horas, estava preparado para encontrar-se com uma menina que seria a minha namorada, a primeira e única! Resolvemos não ficar na praça, mas procurar um lugar onde pudéssemos conversar e namorar, apesar de nossa insegurança e vontade um do outro. Tudo era perfeito, o cenário era perfeito, éramos perfeitos. Imagino somente naquela noite o quanto estava aflito em fazer tudo nos conformes, pois nossa inexperiência e timidez poderia nos deixar travados e nunca mais estarmos juntos por mera inexperiência. Não foi isso que aconteceu.
Descemos até próximo da Igreja Matriz, ficamos na porta da igreja, lugar que para nós seria cotidiano, pois éramos engajados. Foi ali naquela noite que depois de muita conversa começamos um companheirismo, uma amizade, uma paixão. Nos beijamos e fomos carinhosos, e a partir daquela data tudo seria diferente. Seriam longas 6 outras vezes de encontros, antecipados sempre da audácia das amizades, que aos poucos puderam desaparecer para podermos assumir algo que em pouco mais de um mês se tornaria o nosso primeiro relacionamento sério.
Pois é, aquele 13 de agosto nunca me saiu da cabeça e nunca deixou de me perturbar, pois ao longo dos 4 anos que estivemos como amigos o que essa data inaugurou perseguiria a nós e a nossa história que resolveu encontrar-se de novo. Sete anos depois, faço questão de deixar registrado aqui a minha satisfação em lembrar daquelas mãos geladas, daquela menina tímida e daquele encontro "perfeito" que daria para nós um tempo de encontro e relacionamento, que para além de ter tornado-se namoro, tornou-se uma história que foi vivida e que desejou ser retomada para poder continuarmos, talvez, um amor.
Meu amigo Batista Lima pode descrever bem esta data dizendo na música "Pra sempre te amar"

"Me lembro bem, do dia a hora e o lugar
Que eu fiquei ligado em você
Me aventurei, mas não quis me arriscar
Eu só pensei no prazer.

Logo depois vi que era tarde demais
Pra tentar fugir de você
Eu me envolvi não consegui disfarçar
E o impossível aconteceu...

Mas se meu destino te pôs no meu caminho
Meu Deus quem sou eu pra evitar..."

Como escrevi naquela velha agenda de 2005: FIQUEI DÉA.
NEOQEAV

terça-feira, 24 de julho de 2012

BOTE FÉ NA ECOLOGIA!

No último dia 22 de julho de 2012, domingo, um grupo de pessoas de nossa cidade resolveu deslocar-se até o açude público de nossa cidade: açude José Américo de Almeida, conhecido por "açude novo". Este açude foi construído nos primeiros anos da década de 30, quando na época estava sob a presidência da república Getúlio de Dorneles Vargas, o qual ocuparia o cargo por 15 anos. 

Sobre esta construção vejam o que diz o autor José Jacinto de Araújo em "Santa Luzia: sua história e sua gente":
"...uma grande obra para a terra estarrecida e na expectativa de sucumbir. Era um açude de grande porte a exemplo de outros que estavam sendo construídos em Condado, Coremas, Riacho de Cavalos, Soledade e outros, na Paraíba e alguns no Ceará. Era a última esperança de salvar aquela gente e aquela terra" (ARAÚJO, 1996, p. 48).

quarta-feira, 14 de março de 2012

AULA DE GENEALOGIA - VISITA AO MUSEU

No dia 13 de março de 2012, o Recanto de Educação Infantil e Ensino Fundamental Carrossel, através da disciplina de História, esteve proporcionando aos alunos a visita ao Museu Comunitário Jeová Batista, aqui de Santa Luzia-PB. O objetivo foi de mostrar aos alunos os brasões de famílias que estão expostos em um dos corredores da instituição, já que nossas aulas tem tratado de Genealogia e antepassados. A visita deu-se às 14h sob a supervisão de Benedita Fernandes (Bené) que muito prontamente e com carinho nos auxiliou na explicação falando sobre a importância e a documentação existente no museu sobre genealogia. 
Os alunos foram levados ao corredor onde estão expostos os brasões de famílias que são da sociedade santaluziense, entre elas estão a Nóbrega, Morais, Medeiros, Araújo, Batista, Machado, Ferreira, Sousa, Cavalcanti, Lira... Alguns dos alunos se identificaram com as famílias expostas, enquanto outros ficaram na curiosidade de encontrarem os brasões de suas famílias. Na oportunidade, aproveitamos para pedir aos alunos que identificassem nos brasões aquilo que chamasse a atenção deles, o que fosse mais interessante, enfim aquilo que pudesse ser pesquisado logo depois no trabalho em grupo na internet. 
Alguns dos alunos revelaram não conhecerem o espaço, além de terem sido convidados a voltar na instituição quando quisessem, inclusive, sem o vínculo com a escola. Isso foi enfatizado pela responsável do museu, Bené; a mesma ainda, chamou a atenção para o trabalho desenvolvido na escola e na metodologia adotada pela disciplina, que não tem o caráter de visita e apreciação, mas o de significar os objetos e materiais apresentados em exposição no museu.
Aproveitamos para apresentar a nossa preocupação com a intituição, já que nos últimos dias ela tem sido visitada pelas escolas, mas nem sempre com a preocupação de mostrar aos alunos os objetos, peças, fotos, enfim o acervo de fontes históricas riquíssimo que o nosso museu possui, e sim, observar sem nenhuma objetividade as salas do museu. Dessa forma, a nossa proposta é de levar as turmas para o museu a cada assunto e tema tratado na disciplina, por isso as nossas visitas serão curtas e objetivas a determinados locais e fontes históricas lá contidas, além de cotidianas.
Agradecemos a Bené e aos funcionários que nos atenderam no Museu e com muito esforço e com ajuda de muitas pessoas continuam a levar a instituição que está precisando de incentivo da comunidade, da iniciativa privada e pública para seu funcionamento.
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